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Para 2009 IDC prevê decréscimo de 2,0% para o investimento do sector financeiro em Tecnologias de Informação
Lisboa, 28 de Abril de 2009
- O investimento do Sector Financeiro português em Tecnologias de Informação atingiu os 671 milhões de euros em 2008, o que correspondeu a uma taxa de crescimento de 6,2 % face a 2007, de acordo com o estudo "Mercado Empresarial de Tecnologias de Informação: Sondagem e Previsões, 2007-2012", realizado pela analista de mercado IDC.
Investimento em Hardware cai 6,2% em 2009
Para 2009, e segundo este estudo da IDC, as intenções de investimento em Tecnologias de Informação do sector financeiro reflectem claramente os efeitos da actual crise económica, prevendo-se uma quebra de 2,0%.
Neste cenário, e na análise por segmento de produtos, a IDC prevê uma quebra do investimento em hardware na ordem dos 6,2% e de 0,2% nos serviços, enquanto o software irá crescer a uma taxa de apenas 1,7%.
Para Gabriel Coimbra, Research & Consulting Director da IDC Portugal "A intenção de investimento para 2009 reflecte claramente a necessidade do sector em se ajustar ao novo contexto de mercado.
A banca, os seguros e a generalidade do sector financeiro irão rentabilizar o investimento que fizeram nos últimos anos em infraestruturas e apostar em aplicações estratégicas que permitam cumprir com os actuais e futuros requisitos legais, diminuir o risco e que potenciem vantagens competitivas, quer ao nível do back-office quer do front-office."
"Melhorar ou Morrer" é a previsão de analista da IDC para o Sector da Banca
No contexto do mercado da Banca e dos Seguros, estarão em discussão nos dias 6 e 7 de Maio no CCB em Lisboa, na conferência "IDC: Banca e Seguros - Como Tornar a Crise de Confiança numa Oportunidade de Melhoria de Negócio?", as áreas prioritárias de investimento para o sector financeiro se preparar para as novas realidades do mercado impostas pela crise financeira e económica.
Para Peter Farley, Director da região EMEA da empresa da IDC Financial Insights, orador nesta conferência, o sector da banca a nível global vai ter que "melhorar para não morrer", o que implica que as organizações vão ter que reinventar a mudança e apoiar-se nas TI para serem eficientes e alinharem os investimentos com os objectivos de negócio.
Por sua vez, Simona Macellari, EMEA Research and Consulting Manager da Financial Insights, analista focalizada no mercado dos seguros, e que também participará nesta conferência, afirma que o futuro para o mercado segurador é promissor desde que este invista em tecnologias que acelerem a mudança e a inovação e que permitam prestar serviços personalizados aos seus clientes. |